Na pesquisa da BCG, executivos que dedicam pelo menos 10% do tempo a aprender IA no próprio trabalho têm 1,7 vez mais chance de liderar uma operação madura na tecnologia.
Por Marcelis Pereira · 19 de outubro de 2026 · 2 min de leitura
É comum o dono mandar a equipe usar IA sem nunca ter sentado para aprender a usar. A BCG mediu o efeito disso no topo das empresas.
A pesquisa ouviu de presidentes a diretores, em empresas que faturam de 10 milhões a mais de 10 bilhões de dólares por ano. O retrato é de uma liderança cobrada por uma mudança que ela mesma ainda não domina.
Executivos que dedicam mais de 10% do próprio tempo a aprender a usar IA no seu trabalho têm 1,7 vez mais chance de estar à frente de empresas com uso maduro da tecnologia. O tempo do líder aparece no resultado da empresa.
Em outro levantamento, o AI at Work de 2025, a própria BCG viu que só 25% dos funcionários sentem apoio suficiente dos líderes para usar IA no dia a dia. Quem cobra uso sem dar exemplo deixa o time aprendendo sozinho, cada um do seu jeito.
Enquanto você for o único que sabe decidir, tudo continua passando por você. Com IA, o primeiro passo para sair da operação é o líder aprender antes de cobrar.
BCG, pesquisa com 563 executivos globais, de presidentes a diretores, publicada em setembro de 2026
Se este dado ajuda alguém que você conhece, manda para essa pessoa.
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