A Consultoria Educacional da MARES reestrutura a jornada de marketing e a estrutura comercial de IES. O trabalho parte da análise de dados, que garante decisões assertivas, e do posicionamento estratégico da IES, aplica o modelo de Gestão Estratégica de Marketing MARES e desenha onde a inteligência artificial entra para dar autonomia a times menores. Já passaram por esse processo FAESA, UNIFAA, FASTECH, UNIFATEB, UniOpet, UCL, Fatec Ivaiporã e Rhema Neuroeducação. Na Fatec Ivaiporã, a IES saiu de 321 para 1.545 alunos.
Centros universitários, faculdades e pós-graduação, do Espírito Santo ao Paraná, desde 2014. Em todas, o trabalho foi o mesmo: reorganizar a jornada de marketing e a estrutura comercial para a captação deixar de depender de esforço.
Curso bem avaliado, corpo docente forte, entrega de qualidade. E mesmo assim o público ideal não enxerga esse valor, e cada processo seletivo começa do zero.
Estas são as frases que eu mais escuto na primeira conversa com uma IES:
Nem toda IES me chama por causa de um problema. Muitas chamam porque o projeto deu certo rápido: a equipe comercial foi estruturada, a meta foi entregue, o investimento cresceu. E aí o marketing precisa amadurecer junto, para sustentar o que a IES entrega.
O papel do marketing aqui não é só gerar lead. É trabalhar junto com a IES na valorização da entrega do produto e na geração de desejo no público ideal. E o que eu levo para dentro é o repertório do que já foi testado em oito IES: o que deu certo, o que não deu e em que ordem fazer. Menos tentativa, mais agilidade e mais performance.
O marketing traduz a qualidade acadêmica em valor percebido: corpo docente, experiência do aluno e resultado de quem já passou pela IES. É o que sustenta preço sem depender de desconto.
Conteúdo e campanha pensados para quem tem o perfil certo para comprar, e não para gerar volume. Menos lead fora do perfil, mais candidato que chega já querendo a IES.
Decisões apoiadas no que já funcionou em pós-graduação, educação continuada e cursos de Medicina, para o time gastar energia no que traz resultado.
Dois produtos diferentes, o mesmo modelo: uma pós-graduação digital de alcance nacional para profissionais já formados e uma faculdade presencial com Medicina no interior do Paraná.
Expansão construída a partir de uma estratégia nova: um funil de captação pensado pela consultoria, que hoje representa 70% da captação de alunos.
Cliente há mais de cinco anos. A pós-graduação saiu de um modelo 100% presencial para um posicionamento digital de alcance nacional, com estratégia baseada em dados e tendências de mercado, previsibilidade de captação e mais conversão de alunos.
Medicina é o curso de captação mais disputada da educação: cada vaga vale muito, o candidato compara tudo e o processo seletivo não perdoa erro de funil. Desde 2019 eu atendo faculdades com estratégia de captação específica para Medicina.
Enem, vestibular próprio e portador de diploma lidos como funis diferentes, cada um com meta, ritmo e mensagem próprios.
Custo por inscrição, por inscrição paga e por matrícula acompanhados de perto, porque em Medicina o lead barato que não paga a taxa é o mais caro de todos.
Experiência também com instituição do Paraguai que capta alunos brasileiros para Medicina, com a jornada desenhada para quem decide estudar fora do país.
Este é o centro de tudo o que eu faço. Sou estatística de formação, e na IES o dado não fica no relatório: ele decide onde investir, que curso priorizar, que canal cortar e quando corrigir o processo seletivo.
Decisão sem dados é achismo. E achismo, na captação, custa matrícula e verba. A análise entra antes da campanha, durante o processo seletivo e depois dele, para cada decisão ter número, dono e prazo.
Lead, inscrição, inscrição paga e matrícula, com custo e taxa de conversão em cada etapa, por curso e por canal. É aqui que aparece onde o candidato se perde e quanto isso custa.
Meta calculada a partir da série histórica da própria IES e ritmo diário comparado com o projetado. O desvio aparece na semana, enquanto ainda dá tempo de corrigir.
Segmentação da base de leads, comportamento de quem comprou e leitura das campanhas que realmente convertem. A base deixa de ser lista e vira estratégia de oferta.
Tempo médio de atendimento, venda, perda e capacidade por consultor. O dado mostra se o time já esgotou as frentes de produtividade e em que ponto uma nova contratação se paga.
Satisfação, indicação e depoimento de alunos lidos ao lado dos indicadores comerciais, para o marketing comunicar o que a IES entrega de melhor, com prova.
Painel de indicadores por nível, da diretoria ao consultor, com leitura semanal na operação e mensal na gestão. A reunião começa pelo indicador, não pela opinião.
Uma modelagem baseada no poder dos dados. Marketing aqui não é campanha solta: é a parte da gestão que cuida de como a IES é percebida e de como a demanda vira matrícula.
A meta de matrícula é desdobrada por curso, por canal e por etapa do funil, a partir da série histórica da própria IES. Sem meta certa, todo o resto é palpite.
Leitura de mercado, concorrência, dados históricos e funil atual. É aqui que aparece onde o aluno se perde: no lead, na inscrição, no pagamento ou na matrícula.
Campanha de branding e campanha de venda rodando juntas, cada uma com os seus três níveis de conteúdo e de ação. Uma constrói a marca, a outra converte, e as duas falam a mesma língua.
Custo por lead, por inscrição e por matrícula, taxa de conversão em cada etapa e leitura semanal. O indicador mostra o desvio enquanto ainda dá tempo de corrigir o processo seletivo.
O digital gera e qualifica a demanda. As ações presenciais entram direcionadas ao momento da marca, e não como evento solto no calendário.
Campanha boa em cima de posicionamento confuso só acelera o lead errado. Por isso a reestruturação anda em três frentes ao mesmo tempo.
O que a IES promete cumprir, por que ela existe e qual é o discurso para cada público: aluno, família, mercado e sociedade. É o que sustenta preço acima da concorrência sem precisar de desconto.
Do primeiro contato à matrícula, com público, mensagem, canal e indicador definidos. Cada campanha sabe o que precisa entregar e como vai ser medida.
Funil, CRM, roteiro de atendimento, rito de acompanhamento e meta por consultor. A captação deixa de depender de quem está de plantão e passa a seguir um modelo.
A inteligência artificial abriu uma oportunidade real para a área de educação: um time enxuto de marketing e comercial pode produzir, analisar e responder com a velocidade que antes exigia agência e equipe grande.
Produção dos três níveis de conteúdo com padrão de marca, sem esperar fila de agência para cada peça.
Leitura do funil e dos indicadores de captação na semana, e não no fechamento do processo seletivo.
Resposta rápida ao candidato e apoio ao consultor, para que nenhum lead esfrie por falta de retorno.
IA não conserta dado ruim, ela acelera o erro. Por isso ela entra depois do modelo organizado, e não antes.
Leitura completa do marketing, do funil e da estrutura comercial, com mapa de prioridades e plano de ação.
Implantação do modelo de Gestão Estratégica de Marketing com o time da IES, com acompanhamento até os indicadores rodarem.
Eu assumo junto com o time a condução do marketing e do comercial, com meta e responsabilidade divididas.
Estatística de formação, estrategista de negócios e com a carreira construída dentro do marketing educacional.
Bacharel em Estatística pela UFES e com mais de 20 anos de liderança em instituições públicas e privadas. A educação é a base da minha carreira: foi na FAESA, em Vitória, que comecei, e foi de lá que nasceu o modelo de gestão que hoje aplico nas IES que atendo. O diferencial é juntar pessoas, dados e gestão no mesmo trabalho, porque captação previsível depende das três coisas ao mesmo tempo.
Vivência de dentro da educação. Consultoria genérica costuma trazer modelo de varejo para dentro da IES e não performar. Aqui o repertório vem de oito IES, de graduação com Medicina a pós-graduação para profissionais formados, e toda recomendação chega com o dado que a sustenta.
Na maioria das vezes, o que não funcionou foi consultoria sem vivência em educação, aplicando modelo de outro setor. Aqui o trabalho é focado em IES e construído sobre a vivência em oito delas, cada recomendação vem com o dado que a embasa, e cada fase só é dada como concluída quando a liderança da IES valida o entregável, não a consultoria.
As duas coisas são possíveis. Na consultoria eu estruturo o modelo e o time da IES executa com acompanhamento. Na gestão compartilhada eu assumo junto a condução do marketing e do comercial, com o time da casa.
Funciona, e é cada vez mais o cenário comum. Parte do trabalho é desenhar onde a inteligência artificial entra na rotina, para que um time menor produza, analise e responda com autonomia, sem depender de agência para tudo.
Sim. Os cases vão de pós-graduação digital de alcance nacional a graduação presencial com Medicina no interior do Paraná. O modelo é o mesmo; o que muda é a leitura de mercado e o ciclo de captação de cada produto.
É justamente o melhor momento. Quando o resultado acelera, o marketing precisa amadurecer na mesma velocidade, e cada teste que o time não precisa repetir vira agilidade. Consultoria em fase de crescimento organiza a escala; em fase de crise, apaga incêndio.
Sim. Além das IES brasileiras, já atendi instituição do Paraguai que capta alunos no Brasil, com estratégia de captação para Medicina desenhada para o candidato brasileiro que decide estudar fora do país.
Por uma conversa de 30 a 40 minutos, sem proposta. Dali sai o desenho mais adequado: diagnóstico, consultoria ou gestão compartilhada.
Preencha e a equipe retorna para marcar a conversa com a Marcelis. Nada do que você escrever aqui vira proposta automática.